(Parentesis poético dois)
Para o meu feio Gato Malhado:
Cheia de cor sempre voei
Pela Primavera, Outono e Verão
Até que um dia te encontrei
E muito explodiu o meu coração
O Parque, cheio de rumres
Algo inacreditável
E nós morrendo de amores
Não pudémos fazer nada
Muitos pretendentes tenho
E só ao teu refúgio, venho
Nos animais surto efeito
Cheios de orgulho e preconceito
Agora relembramos com saudade
Os nossos belos passeios
Infindáveis, até à eternidade
Sempre com nossos jeitos
Soms gato e andorinha
Juntamo-nos e somos um só
Vamos lá, uma corridinha?
Até ao teu veludo com pó
Obrigada por me ensinares a amar
A crescer e a respeitar
Assim cresci num novo mundo
Gosto de ti, bem lá no fundo
Juntos regras quebrámos
E felizes namorámos
Mas que grande espalhafato
Amo-te meu feio Gato !
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário